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Hás tu que me fazes sonhar a realidade

Que já não sei que és

Que já não te odeio

Que já não te desejo

A inconstância arrumou-me os problemas juntamente com os antigos futuros, que hoje são nada escondidos arrependidamente no mesmo baú de sótão.

Parei para agir, mas nada consegui dizer. Então tu passaste por mim.

A amarração que ponho em causa de julgamento, já a sei culpada desde o quase sempre, há muito tempo. A sentença não a sei. E contigo longe menos a quero saber.

Voltei para te pedir a mão em casamento com promessas de juras de acordos e pactos. Todos invioláveis não valha saber o que se sofre. O que sofri.

Mas não voltei. Quase voltarei

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